terça-feira, abril 10, 2007

E o juízo, por onde anda?

É com a licença concedida pela precipitação de nossos primeiros anos que, ao conquistar os manejos da comunicação, tiramos o mundo do seu eixo, até então externo, para nos tornarmos seu eixo referencial de órbita.
É lá naquele momento indefinido de nossa infância, quando formulamos nossa primeira idéia própria com a reciclagem de idéias alheias, que iniciamos nossa primitiva interpretação do universo a partir de nossas irrefletidas percepções mundanas.

Não é de se admirar que andemos à pensar que a existência é que perdeu o sentido.

4 comentários:

Pé do André disse...

Posso so concordar?

lisevaldt disse...

juízos harmônicos são tão bem vindos quanto os dissonantes. só não vale mesmo é discordância gratuita.

Jorge disse...

Me eliminou do MSN sem nem me dar a chance de falar?! 0)=

Jorge disse...

aproveita e atualiza aí! 0)=